O aumento no preço da gasolina na Bahia passou a ser alvo de fiscalização e questionamentos por parte de órgãos de defesa do consumidor.
A superintendência de proteção e defesa do consumidor "Procon Ba" notificou a Acelen, empresa responsável pela administração da refinaria de Mataripe, antiga refinaria Landulfho Alves, para prestar esclarecimento sobre a política de preços dos combustíveis adotadas nas últimas semanas.
A notificação exige que as empresas que a empresa apresente, em até cinco dias, informações detalhadas sobre os reajustes aplicados em combustíveis como gasolina comum, gasolina aditivada, diesel comum, diesel S10 e etanol
O pedido inclui também documentos que expliquem os custos de aquisição do petróleo e os critérios utilizados para a formação dos preços
A medida foi tomada após o órgão iniciar a operação de "olho no preço", voltada para monitorar e fiscalizar possíveis aumentos injustificados nos valores cobrados pelos combustíveis no estado.
Segundo a acelem, houve um reajuste de 7,5% no preço da gasolina vendida às distribuidoras.
O litro passou de R$2,8845 para R$ 3, 1018.
De acordo com a empresa a política de preços seguem critérios de mercado e considera fatores como custo internacional do petróleo, variação cambial e despesas logísticas em nota a companhia afirmou ainda que os valores podem sofrer oscilações para cima ou para baixo conforme essas variações e que o modelo adotado segue práticas internacionais do setor.
Em Teixeira de Freitas no extremo sul da Bahia os efeitos do aumento já são sentidos diretamente pelos consumidores.
Em alguns postos, o litro de gasolina aditivada chega a cerca R$ 7,67 enquanto a gasolina comum é comercializada por aproximadamente R$ 7,47 valores que se aproximam da marca de R$ 8,00.
A alta tem provocado reclamações de motoristas e preocupação entre trabalhadores que dependem do combustível para exercer suas atividades diárias, como motorista de aplicativo mototaxistas e profissionais de transporte.
Fonte:Sulbahianews

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