Rogério de Jesus Souza, conhecido pelo apelido de “Rogerinho”, é apontado por investigações policiais como integrante do chamado Primeiro Comando de Eunápolis (PCE), facção criminosa com atuação no extremo sul da Bahia.
De acordo com informações levantadas por forças de segurança, ele teria exercido uma função estratégica dentro da organização, sendo responsável principalmente pela gestão financeira e logística do grupo, atuando no suporte às atividades do tráfico de drogas na região.
As apurações indicam que o suspeito estaria ligado a uma estrutura criminosa envolvida em diferentes frentes ilícitas, incluindo tráfico de drogas, conflitos armados e ataques contra agentes de segurança pública, em meio à disputa por território e controle de rotas do crime organizado no sul baiano.Ainda segundo as investigações, “Rogerinho” ocupava posição de confiança dentro da hierarquia do grupo, atuando na movimentação de recursos oriundos do tráfico e no suporte operacional de ações atribuídas à facção.
Fontes policiais também apontam que, diante da intensificação das operações de combate ao crime organizado na região de Eunápolis, ele teria deixado o estado da Bahia e passado a se esconder em outros estados, como o Rio de Janeiro, na tentativa de evitar a atuação das forças de segurança.
O caso chama atenção para a estrutura do crime organizado no extremo sul da Bahia, onde facções regionais mantêm atuação ligada a redes maiores do tráfico nacional, com divisão interna de funções e forte influência em áreas urbanas e rotas estratégicas.
As investigações seguem em andamento, e o caso permanece sob acompanhamento das autoridades responsáveis.
Histórico de atuação em Eunápolis (BA)
Rogério de Jesus Souza, conhecido como “Rogerinho”, é apontado como integrante do Primeiro Comando de Eunápolis (PCE), grupo criminoso com atuação no extremo sul da Bahia e ligado a outras organizações do tráfico interestadual.
Segundo investigações e registros policiais, ele era considerado um dos membros com função estratégica dentro da facção, atuando principalmente na parte financeira e logística.
Função dentro da facção
Ele era citado como responsável por:
- Controle e movimentação financeira do grupo criminoso
- Apoio logístico ao tráfico de drogas na região de Eunápolis e cidades próximas
- Intermediação de recursos oriundos do tráfico
- Apoio indireto a ações armadas da facção
Envolvimento em atividades criminosas
As informações policiais associam o grupo ao qual ele pertencia a:
- Tráfico de drogas na região de Eunápolis e BR-101
- Conflitos armados com grupos rivais
- Execuções ligadas à disputa territorial
- Ataques contra agentes de segurança em operações locais
Estrutura do grupo em Eunápolis
O PCE é descrito como uma facção regional que:
- Atua de forma alinhada a facções maiores do país
- Possui divisão interna entre “soldados”, “gerência” e “financeiro”
- Usa cidades do extremo sul baiano como rota estratégica de tráfico
Situação atual
Fontes policiais indicam que Rogério foi considerado:
- foragido em determinado período
- posteriormente localizado fora da Bahia, no estado do Rio de Janeiro
- monitorado por envolvimento em atividades da facção
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