Justiça concede liberdade provisória a mulher presa por suspeita de agressão contra bebê em São João da Barra
Fonte: Plantão Cidade BA | Edição: FocoNaNet | 10 de junho de 2026
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A Justiça concedeu liberdade provisória, nesta terça-feira (9), à mulher presa em flagrante por suspeita de agredir o próprio filho, um bebê de apenas cinco meses, na localidade do Açu, em São João da Barra.
A decisão foi tomada durante audiência de custódia e prevê a aplicação de medidas cautelares, que deverão ser cumpridas pela investigada enquanto o processo segue em andamento.
Caso gerou forte repercussão
O caso ganhou ampla repercussão na cidade e em toda a região após a divulgação de vídeos que, segundo a investigação, mostrariam agressões contra a criança e ameaças ao pai do bebê. As imagens circularam nas redes sociais e provocaram forte indignação pública, além de mobilização de moradores e entidades de proteção à infância.
Atuação do Conselho Tutelar
De acordo com a Polícia Civil, a prisão ocorreu na madrugada de domingo (7), após denúncia encaminhada ao Conselho Tutelar.
Após o recebimento das informações, o órgão acionou a 145ª Delegacia de Polícia, que adotou as medidas iniciais do caso. O bebê de cinco meses foi encaminhado para acolhimento institucional, enquanto o outro filho da investigada ficou sob a guarda do pai.
Atendimento médico e custódia
Ainda segundo a Polícia Civil, a mulher teria ingerido uma grande quantidade de medicamentos após o envio dos vídeos e precisou de atendimento médico, permanecendo sob custódia durante o período de internação.
Crimes investigados
A investigada responderá inicialmente por:
- lesão corporal
- ameaça
O caso segue sob apuração da autoridade policial, que ainda não divulgou novos detalhes sobre a investigação.
Liberdade provisória e repercussão
A decisão judicial que concedeu liberdade provisória reacendeu o debate sobre a proteção de crianças em situação de vulnerabilidade. Nas redes sociais, o caso continua gerando forte repercussão e manifestações de moradores, que cobram rigor na investigação e medidas mais firmes de proteção à criança.
Até a última atualização, a defesa da investigada não havia se manifestado publicamente.
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