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🚨 SEIS ANOS APÓS FRAUDE DOS RESPIRADORES, CGU TENTA RECUPERAR R$ 48 MILHÕES DO CONSÓRCIO NORDESTE

 


🚨 SEIS ANOS APÓS FRAUDE DOS RESPIRADORES, CGU TENTA RECUPERAR R$ 48 MILHÕES DO CONSÓRCIO NORDESTE

Fonte: CGU / informações apuradas | FOCO NA NET
Publicado em: 31 de agosto de 2026

Seis anos após a polêmica compra de respiradores que nunca foram entregues durante a pandemia de Covid-19, a Controladoria-Geral da União (CGU) busca recuperar cerca de R$ 48 milhões relacionados à operação envolvendo o Consórcio Nordeste.

O caso teve origem em 2020, quando o Consórcio Nordeste realizou o pagamento antecipado de aproximadamente R$ 48,7 milhões pela aquisição de 300 ventiladores pulmonares destinados ao enfrentamento da pandemia. Os equipamentos, porém, não foram entregues.

A contratação se tornou alvo de investigações que apuraram possíveis irregularidades na negociação. A própria CGU registra o caso, conhecido como Operação Cianose, entre as ações de combate a desvios de recursos relacionados às contratações emergenciais da pandemia.

💰 TENTATIVA DE RECUPERAR O DINHEIRO

Segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (31), a CGU instaurou procedimentos para responsabilizar envolvidos na negociação e buscar o ressarcimento dos valores.

Entre os citados está um empresário que teria recebido R$ 8,6 milhões em comissão pela intermediação do negócio. Ele foi notificado para apresentar esclarecimentos dentro do processo administrativo.

A empresa que seria responsável pelo fornecimento dos respiradores também foi alvo de procedimento de responsabilização por parte da CGU, diante das irregularidades apontadas na negociação.

🔎 CASO SE ARRASTA DESDE 2020

O episódio ocorreu durante um dos períodos mais críticos da pandemia, quando estados buscavam equipamentos hospitalares para atender pacientes com Covid-19.

Documentos oficiais apontam que o pagamento foi realizado antecipadamente e que nenhum dos 300 ventiladores previstos no contrato foi entregue. O Tribunal de Contas da União também analisou o caso e apontou dano ao erário de aproximadamente R$ 48,7 milhões.

Seis anos depois, a tentativa de recuperar os recursos públicos continua.

O caso ainda envolve diferentes procedimentos administrativos e judiciais, e a responsabilização individual dos envolvidos depende da conclusão das respectivas apurações.

FOCO NA NET — Informação com responsabilidade.

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