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Morte do ex-prefeito Carlito Tanajura vai a julgamento no Extremo Sul da Bahia após 20 anos

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 Quase duas décadas após um dos crimes políticos mais marcantes do Extremo Sul da Bahia, a Justiça inicia nesta terça-feira (19) o julgamento de um dos acusados de envolvimento na morte do ex-prefeito de Vereda, Francisco Silva Passos, conhecido popularmente como Carlito Tanajura.

O réu Escielis Correia Pinto, conhecido como “Helinho da Farinheira”, será submetido a julgamento no Fórum de Itanhém, comarca responsável pelo município.

Segundo o Ministério Público, o acusado teria participado do planejamento do homicídio, que teria sido motivado por uma disputa envolvendo terras e o processo de desapropriação de uma área destinada à implantação de uma cooperativa de piscicultura.

As investigações apontaram que o executor do assassinato teria sido Geferson Pereira da Silva, identificado nos autos como pistoleiro contratado para executar o crime.

Carlito Tanajura foi morto em 2006 com um disparo no rosto dentro da própria residência, localizada no distrito de Bode Azul.

Outros nomes mencionados durante a investigação nunca foram localizados e permanecem foragidos. Já Manoel Francisco da Mota morreu antes de ser julgado, o que resultou na extinção da punibilidade.

O caso marcou profundamente a história política da região e o julgamento reacende a expectativa por uma definição judicial em um processo que atravessa quase vinte anos.


CASO CARLITO TANAJURA: quase 20 anos depois, julgamento reacende um dos crimes políticos mais marcantes do Extremo Sul

O assassinato do ex-prefeito de Vereda, Francisco Silva Passos, permanece como um dos episódios de maior repercussão política e policial do Extremo Sul da Bahia.

Carlito Tanajura foi morto em 2006, dentro da própria residência, localizada no distrito de Bode Azul. Segundo as investigações da época, o ex-prefeito foi atingido por um disparo no rosto.

De acordo com a linha investigativa apresentada ao longo do processo, o crime teria ligação com uma disputa fundiária envolvendo desapropriação de área destinada a uma cooperativa de piscicultura, hipótese que sustentou parte da acusação construída pelo Ministério Público.

Agora, quase duas décadas depois, o caso voltou ao centro das atenções com o julgamento de Escielis Correia Pinto, apontado como um dos envolvidos no planejamento do homicídio.

As investigações também citaram Geferson Pereira da Silva como suposto executor do assassinato. Outros investigados mencionados no processo nunca foram localizados e permaneceram foragidos ao longo dos anos.

Outro nome relacionado ao caso, Manoel Francisco da Mota, morreu antes de ser levado a julgamento, resultando na extinção da punibilidade.

Uma curiosidade que permanece viva em Vereda é que o nome de Carlito continua presente na memória local — anos depois foi inaugurada uma escola municipal em homenagem ao ex-prefeito.

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