Operação da Polícia Civil leva 15 investigados para o presídio após audiência em Teixeira de Freitas
Por Redação FocoNaNet
Publicado em 30 de maio de 2026
TEIXEIRA DE FREITAS (BA) — Os 15 investigados presos durante a Operação Queda da Coroa foram encaminhados ao sistema prisional após passarem por audiência de custódia realizada em Teixeira de Freitas. A ação da Polícia Civil teve como foco o combate a uma organização criminosa suspeita de atuar em conflitos fundiários, tráfico de drogas e outros crimes na região extremo sul da Bahia.
Entre os nomes que mais chamaram atenção durante a operação está o do secretário de Agricultura de Alcobaça, Rubens Lene Rodrigues Farias, conhecido como “Rubão”, preso juntamente com o filho, Rubens Lene Rodrigues Farias Júnior.
As investigações apontam que o grupo utilizava disputas por propriedades rurais como parte da estrutura de sustentação das atividades criminosas desenvolvidas principalmente na zona rural de Alcobaça.
A ofensiva policial aconteceu na última quarta-feira (27) e contou com equipes da Coordenação de Conflitos Fundiários da Polícia Civil (CCF/Gemacau), além de unidades especializadas de diferentes municípios baianos.
Outro investigado considerado de relevância nas apurações é Giovando Assunção, apontado como uma pessoa influente dentro da suposta organização criminosa.
Segundo a Polícia Civil, os mandados judiciais foram cumpridos nos municípios de Teixeira de Freitas e Alcobaça. Além das prisões, materiais e documentos também foram recolhidos para auxiliar no avanço das investigações.
Confira os nomes dos presos na operação:
- Fabiana do Carmo Conceição
- Vanilda Ferreira de Souza
- Patricya de Nazaré Evangelista Barreto
- Fabio Leandro Nunes
- Jorge Augusto de Jesus
- Renilson de Souza Araújo
- Rubens Lene Rodrigues Farias
- Benedito do Espírito Santo Conceição
- César Nilton de Oliveira Lemos
- Paulo de Tarso Santos Gomes
- César Gonçalves Nunes
- Rubens Lene Rodrigues Farias Júnior
- Giovando Assunção
- Aline Marques dos Santos
- Antônio da Purificação Santos
A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar possíveis conexões do grupo com outros crimes registrados na região. Os suspeitos permanecem à disposição da Justiça.
As autoridades ressaltaram que os fatos investigados ainda serão analisados durante o andamento do processo judicial e que os envolvidos têm direito à ampla defesa e ao contraditório.
Você acredita que operações policiais contra grupos ligados a conflitos de terras devem ser intensificadas no extremo sul da Bahia? Deixe sua opinião nos comentários.
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