A Polícia Civil, por meio do Núcleo de Homicídios da 8ª Coordenadoria de Polícia do Interior (COORPIN Teixeira de Freitas), instaurou Inquérito Policial quando do registro do desaparecimento e segue avançando nas investigações que buscam esclarecer a causa e circunstâncias da morte do motaxista Romido André de Pereira, o “Ró”, de 41 anos.
O caso, inicialmente tratado como desaparecimento, foi registrado pela família na Delegacia Territorial (DT) de Teixeira de Freiras, na terça-feira, 10 de março, informando que Romildo não havia mais sido visto desde às 18 horas do dia anterior, segunda-feira, 09.
Após trabalhos de buscas, o corpo foi encontrado no final do dia 12 de março, por volta das 18h30min, na av. Bernardinho Figueiredo, Santa Rita, em um córrego, em área de mato, localizada ao lado da avenida. No local, também foi encontrada a motocicleta utilizada no trabalho do mototaxistai. Tanto o corpo, quanto a motocicleta estavam parcialmente submersos no alagado/córrego presente no local.
A Polícia Civil requisitou perícia de local do encontro do cadáver e exame necroscópico.
Em análise do local, as equipes da Polícia Civil e da Polícia Técnica não identificaram vestígios que esclarecessem as circunstâncias da morte, isto é, não foram encontrados: vestígios de sangue, de tortura e nem qualquer instrumento utilizado para a prática de agressões. Os laudos periciais ainda estão em fase de elaboração e serão disponibilizados pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT). Entretanto as informações preliminares obtidas no local do encontro do cadáver, por si só, não permitiram de pronto indicar as circunstâncias da morte de Romildo, sendo trabalhadas naquele momento as possibilidades de latrocínio, homicídio e até mesmo não se descartando a possibilidade de acidente.
Na manhã do dia seguinte à remoção do cadáver de Romildo, a Polícia Civil e o Departamento de Polícia Técnica voltaram ao local para uma análise mais minuciosa, já que teriam maior visibilidade pelo horário e luz natural. A motocicleta foi retirada do alagado e levada à sede do DPT/Teixeira de Freitas para continuação da perícia. Nessa etapa foi encontrado logo na saída da avenida o retrovisor do veículo. Até o presente momento não foram encontrados os capacetes, nem o aparelho celular utilizado por Romildo em seus últimos momentos de vida.
Portanto, constatou-se a inexistência de marcas ou perfurações realizados por disparos de arma de fogo ou arma branca. Porém não foi descartada a possibilidade de agressão por objeto contundente (paulada, pedrada, empurrão da cabeça contra o solo ou outra superfície rígida e outras).
Neste sentido, a Polícia Civil trabalha com algumas hipóteses e linhas investigativas, a qual lista-se sucessivamente:
1º Latrocínio (Roubo com resultado morte);
2° Homicídio Qualificado;
3º Acidente de trânsito.

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